No segundo dia da Volta da Espanha 2025 corrido na Itália, (início desta edição 2025), com etapa unipuerto, foi vencida por Jonas Vingegaard (Visma | LAB). O dia ficou marcado pela chuva, que causou algumas quedas nas equipas dos favoritos à geral.
João Almeida (UAE Emirates XRG) foi quinto classificado, e perdeu dois segundos para o vencedor da etapa.
Fuga outra vez sem margem para sonhar:
Dia difícil para a fuga, na ligação entre Alba e Limone Piemonte. Terreno plano até à última subida não serviu para ganhar margem que permitisse aos fugitivos sonhar.
Mesmo assim, o dia começou com quatro homens na frente: Gal Glivar (Alpecin – Deceuninck), Jakub Otruba (Caja Rural – Seguros RGA), Liam Slock (Lotto) e Sinuhé Fernández (Burgos Burpellet BH).
O espanhol perdeu contacto a 45 km para o fim. Os restantes entraram na última subida com menos de um minuto de vantagem sobre o pelotão e foram alcançados sem dificuldade.

A fuga se manteve até o inicio da subida final. Foto: Unipublic / Cxcling / Antonio Baixauli.
Muitos interesses no pelotão:
A etapa acabava com uma subida de segunda categoria até Limone Piemonte (9,9 km a 5,2% de pendente média).
Um final sem dificuldades extremas, que dava ambições aos favoritos à geral, mas também a outros perfis de ciclista, como Thomas Pidcock (Q36.5 Pro Cycling), para lutar pela vitória e pela camisola vermelha. Nesse sentido, a Q36.5 Pro Cycling foi a equipa que mais trabalhou no pelotão durante a etapa.
Antes do início da última subida, a chuva que caiu durante grande parte da etapa fez algumas vítimas, com destaque para a equipa da Visma | LAB, onde seis dos oito ciclistas foram ao chão – Alex Zingle pareceu ficar maltratado.
Também George Bennett (Israel – Premier Tech) e Magnus Sheffield (INEOS Grenadiers) sofreram quedas durante a etapa, e Guillaume Martin (Groupama – FDJ) foi mesmo obrigado a abandonar a Vuelta a Espanha 2025.
Primeira chegada ao alto da Volta a Espanha 2025:
A subida foi feita a alta velocidade, com os comboios das equipas dos favoritos à geral a manterem-se na frente até muito perto do fim. Uma subida sem ataques, mas feita a um ritmo muito elevado.
A primeira movimentação só chegou a 600 metros do fim, por Marc Soler (UAE Emirates XRG). O espanhol foi rapidamente fechado por Sepp Kuss (Visma | LAB), que trabalhava para Jonas Vingegaard.
O trabalho do norte-americano valeu a pena. O sprint foi lançado pouco depois, e Vingegaard provou ser o mais forte, superiorizando-se a Giulio Ciccone (Lidl – Trek) e David Gaudu (Groupama – FDJ).
Terceira etapa na Vuelta para o dinamarquês, que rouba a camisola vermelha a Jasper Philipsen (Alpecin – Deceuninck), e sobe à liderança da grande volta espanhola pela primeira vez na carreira.
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